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Arte móvel

Berliti Tenis

Fonte: Divulgação

Você sabia que agora os tênis são usados também para manifestações artísticas?

Já faz algum tempo que os tênis deixaram de ser meros calçados para atividades esportivas para se tornarem ícones de estilo. A novidade é que, de uns tempos para cá, eles também vêm acumulando a função de suporte para manifestações artísticas!

Em Paris, o artista plástico M. Berliti ganhou fama graças às suas esculturas feitas com tênis. A partir de alguns pares, o francês cria esculturas cômicas, com uma pitada de morbidez (www.berliti.com).

O trabalho superconceitual aponta para o ápice do que o movimento pela customização de calçados alcançou. Essa moda, febre entre o pessoal adepto da linha esportiva, do hip hop e até mesmo dos geeks, nasceu da necessidade desses jovens de se diferenciarem na multidão. Logo, os tênis padronizados passaram a ser pintados, grafitados, bordados…

Hoje, designers em todo o mundo dedicam-se à arte de customizar tênis. SoleJunkie, Gerry Mckay e David Reese estão entre os mais famosos deles. E muitas marcas oferecem aos seus clientes a possibilidade de adquirirem modelos exclusivos a partir de seus sites.

De olho nesta tendência, a Omar Calçados vai colocar os artistas do Mucha Tinta, coletivo de arte e design curitibano, para customizar modelos clássicos do mais clássico de todos os tênis: o All Star Converse. Melhor que isso: os pares personalizados serão comercializados! Não é demais? Em breve, vamos trazer mais novidades. Aguarde!

Made in Brazil

Grafite OS GEMEOS2

Fonte: Divulgação

Já ouviu falar em Gustavo e Otávio Pandolfo?

Talvez, como Gustavo e Otávio Pandolfo, ninguém os conheça. Mas basta mencionar a alcunha “OSGEMEOS” para que o trabalho desses irmãos paulistanos venha à mente. Seus desenhos coloridos, porém, falsamente alegres, repletos de conotação social e política, já rodaram o mundo em exposições, galerias de arte e programas de tevê. Mas foram as suas obras de rua que lhe renderam toda essa fama.

Em 1986, quando ainda moravam na região central de São Paulo, é que o grafite começou a fazer parte de suas vidas. Na época, a cultura hip hop chegava ao Brasil e os muros da cidade passaram a receber as mensagens pintadas pelos adolescentes. Com o tempo, a brincadeira juvenil virou coisa séria e os irmãos, que já tinham um estilo próprio, passaram a fazer grafites encomendados, para ilustrar trabalhos publicitários e decorações de lojas.

Em 1995, eles fizeram sua primeira exposição de arte de rua. Dez anos depois, entraram de vez no mundo das galerias de arte, com suas obras sendo vendidas na Deitch Projects de Nova York. Elas, que até então eram restritas ao grafite, ganharam o reforço das esculturas e instalações. Hoje, OSGEMEOS são sinônimo de arte contemporânea brasileira. Quer mais?

Galerias de grafite

Galeria Arte Berlim

Fonte: Divulgação

A mais badalada delas em Berlim é a galeria Circleculture

Em Berlim, dezenas de galerias de arte exibem exclusivamente as obras de grafiteiros e artistas de rua. A mais badalada delas é a galeria Circleculture, instalada num edifício em Mitte. Ali, costumam ser expostos os trabalhos de artistas de renome internacional, como Anton Unai, Thomas Baumgartel e Shepard Fairey (o homem responsável pelo pôster de Barack Obama).

A cidade também possui diversas publicações dedicadas ao grafite, como a Artistz Graffiti Magazin, Lodown Magazine e Backjumps.

Como para folhear essas revistas é necessário estar em Berlim (elas não têm sites!), resta se contentar com as amostras das reportagens fotográficas publicadas nelas e que são postadas com regularidade no www.berlingraffiti.de/mags.

Omar Calçados lança ecobags personalizadas

Ecobags Omar Calçados

Fonte: Divulgação

Parte da venda será destinada a ONG Arte Geral

A Omar Calçados, maior rede de calçados de Curitiba, lança mais uma ação da Campanha Outono-Inverno: ecobags personalizadas com grafite criado pelos artistas do Mucha Tinta, coletivo de arte e design curitibano.

Os cinco modelos de ecobags produzidos estão disponíveis nas lojas da Omar Calçados. A cada  R$ 150 (cento e cinquenta reais) em compras, o cliente ganha uma ecobag exclusiva*.

Parte do valor arrecadado será repassado para a Ong Arte Geral, organização curitibana sem fins lucrativos que, desde 2001, leva arte e cultura para crianças e adolescentes em situação de risco social.

A venda das ecobags acontece durante a Campanha Outono-Inverno, respeitando o limite de estoque. Corra e garanta a sua!

* Na compra de um All Star personalizado, por R$ 99,90, você ganha a ecobag.

Berlim, a cidade do grafite

Grafite Berlim

Fonte: Fernanda Peruzzo

É só dar um passeio pela capital alemã para se certificar de que a cidade é uma espécie de Meca para os grafiteiros da Europa. Em suas fachadas e ao longo dos vários quilômetros do Muro de Berlim que sobraram, imagens, retratos e letras coloridas preenchem os espaços vazios e dão um ar de revolução juvenil e rebeldia punk à cidade.

Mesmo nas regiões turísticas e badaladas do bairro Mitte ou de Prenzlauer Berg, as marcas do grafite se fazem presente. Mas é em Kreuzberg que elas dominam. O bairro, que já foi operário, virou reduto punk e hoje é uma das regiões com maior concentração de jovens e artistas da cidade, apresenta a maior sequência de fachadas inteiramente pichadas da capital. Foi ali, no início dos anos 80, quando o setor ainda era ocupado pelos americanos, que a moda da pichação aflorou entre os berlinenses. Cercado pelo muro, o bairro tinha pouco policiamento e nenhuma patrulha antipichação. Ou seja, era um prato cheio para os jovens que queriam externar sua indignação com o sistema político, a divisão do país ou qualquer outro assunto polêmico.

Hoje, os desenhos que recobrem a cidade são mais artísticos. Há retratos, caricaturas, paisagens. Há obras de gente importante do grafite como Banksy, Os Gêmeos e Thomas Baumgartel. E, claro, muitos nomes, escritos em letras finas, cheias, ovaladas, rabiscadas…

A celebridade anônima

Grafite Banksy

Fonte: Site oficial Banksy

Banksy é o maior nome da street art da atualidade. Só que ninguém sabe o seu nome verdadeiro. E nem que cara ele tem. O grafiteiro inglês, que se utiliza da técnica do estêncil (desenhos pintados a partir de moldes vazados) para pintar as paredes e fachadas de edifícios, outdoors e ruas das grandes cidades inglesas, faz questão de se manter no anonimato.

Seus desenhos fazem duras críticas à sociedade contemporânea, ao consumismo desenfreado e às guerras sociais. Ironicamente, eles também se transformaram em obras de consumo, sendo negociadas a altas cifras por colecionadores ou mesmo pelos donos das fachadas pintadas por ele, que não se importam em retirar a camada de reboco e tintas para vendê-las a quem oferecer o maior lance. Um dos quadros feitos assim chegou a ser comprado por 80 mil euros em um leilão realizado em Londres.

Para ver mais amostras da obra desse grande artista, basta acessar www.banksy.co.uk.

O polemista que fatura alto

Grafite Polemico Zevs

Fonte: Divulgação

Saiba mais sobre a vida do grafiteiro francês Zevs

Se tem um grafiteiro que sabe criar polêmica com certeza é o artista francês Zevs. Esse parisiense, que começou sua carreira nos anos 90, já sequestrou modelos de outdoors e adora criticar as grandes corporações e marcas interferindo diretamente em suas logomarcas.

Seu estilo de grafite chamado Visual Attack consiste em modificar outdoors e imagens de publicidade, com a intenção de criticar a cultura do consumo. Em uma de suas obras mais famosas, dezenas de imagens de modelos exibidas em outdoors receberam tiros de spray vermelho na testa e nos olhos, simulando o assassinato dos modelos. Em outra, as logomarcas de grandes grifes e corporações receberam um tipo de pintura que as fazia escorrer pelas fachadas e telas, como se estivessem se desmanchando.

Mas foi sua ação de Sequestro Visual (Visual Kidnapping) que lhe rendeu notoriedade.  Em 2004, o grafiteiro recortou a imagem da modelo de um dos anúncios da marca de café italiana Lavazza e no seu lugar pichou a seguinte mensagem: “Sequestro visual. Pagar agora!”. Depois de algumas ações judiciais por vandalismo, a marca concordou e pagou o resgate!

O mesmo final feliz não se repetiu na intervenção que o artista realizou na fachada da loja Giorgio Armani, na China, em 2009. Na ocasião, Zevs estampou a logo da Chanel na fachada da grife italiana. Como nenhuma das duas achou graça, o grafiteiro foi processado e até passou um tempo na cadeia.

Acervo de museu

Grafite Basquiat

Fonte: Divulgação

Saiba mais sobre a vida de um dos precursores do grafite no mundo

Hoje ninguém mais estranha, mas, nos anos 80, quando o norte-americano filho de imigrantes Jean-Michel Basquiat conquistou reconhecimento graças aos seus grafites e passou a pintar grandes telas inspiradas a partir das técnicas empregadas nessa arte de rua, o mundo ficou surpreso.

O tempo, é verdade, era outro. A época era de lutas sociais e os imigrantes e moradores dos ghettos tentavam conquistar seu espaço na fechada sociedade americana. A partir daí dá para entender por que ter um artista saído das ruas e que grafitava paredes dentro de um museu, em programas de entrevista e em livros de arte era uma polêmica. Agora, junte a isso o fato de Basquiat ter sido “adotado” por Andy Warhol (o mais importante nome da Pop Art) e pronto! Você tem a medida da fama, do sucesso e do diz que diz que que sempre cercou a vida e a obra desse jovem.

Morto prematuramente aos 27 anos, vítima de overdose de drogas, Basquiat foi o primeiro afro-americano a circular pelas altas rodas artísticas e culturais de Nova York. Suas obras estão espalhadas por museus e galerias em todo o mundo. No ano passado, uma retrospectiva organizada em Paris gerou algumas das maiores filas que a cidade luz já viu.

Quem quiser conhecer mais sobre o seu trabalho e a sua história pode conferir o filme Basquiat, de 1996. Inspirado na vida do artista e dirigido por Julian Schnabel, ele traz o ator Jeffrey Wright, como Basquiat, e o cantor David Bowie, como Andy Wahrol.

Mundo afora

Street Art View

Fonte: Divulgação

Que tal visualizar alguns grafites feitos em outras cidades do Brasil e do mundo?

Inspirado pelo Art Project – um site criado pelo Google que permite aos usuários visitar virtualmente alguns dos principais museus do mundo e assim, sem sair do lugar, conhecer obras tão famosas quanto a Monalisa – o projeto Red Bull Street Art View permite aos amantes das artes de rua explorar grafites pelo mundo.

O site reúne milhares de imagens de grafites e colagens de rua coletadas pelo Google Maps em cidades da Europa, Ásia, Austrália, América do Norte e, claro, Brasil. Vale a viagem… ops, visita! Vai: www.streetartview.com.

Ação Grafite

Banner Ação Grafite

Fonte: Divulgação

Acompanhe a ação promovida pela Omar Calçados, em parceria com o Mucha Tinta

A Omar Calçados, em parceria com o Mucha Tinta, coletivo de arte e design, realiza neste sábado, 9/4, domingo, 10/4, e segunda-feira, 11/4, em Curitiba, a “Ação Grafite”: um grupo de artistas grafiteiros vai estar em cinco pontos da cidade promovendo a pintura de painéis ao vivo!

Durante a ação, além da distribuição de brindes aos visitantes, a primeira pessoa que publicar uma foto com o ponto de grafitagem no fundo, durante a produção da arte, na fan page da Omar Calçados, no Facebook, ganha um vale-compra no valor de R$ 100,00 para gastar em uma das lojas da Omar Calçados.

Serão cinco pontos de grafitagem:

No sábado (9/4)

  • Rápida do Portão, sentido Centro, próximo ao Shopping Palladium.
  • Rua Augusto Stelffeld, esquina com Alameda Cabral.
  • Rua Estados Unidos, esquina com a Avenida Paraná.

*Todos a partir das 10h.

No domingo (10/4)

  • Na Rua Jerônimo Durski, esquina com a Padre Anchieta, a partir das 10h.

Na segunda-feira (11/4)

  • Na Rua Tenente Francisco de Souza, próximo ao Shopping Cidade, a partir das 11h.

Confira mais detalhes no Regulamento da “Ação Grafite”.

coletivo de arte e design